Arnold Schoenberg: Moses und Aron (1926 – 1932)

Com textos pra terminar e provas pra corrigir fica difícil ser blogueiro. Isso fora a ressaca de um ano excelente, em que juntei meus trapos, teve copa do mundo, uma boa Bienal e uma eleição dura, mas com final feliz. Queria escrever sobre o que existe de escultural no filme de Anri Sala no Ibirapuera, sobre o show do Ornette, sobre o Cézanne, sobre uma porção de coisas, mas não consigo.

Além disso, hoje vi o Film Socialism do Godard e quero vê-lo mais umas seis vezes. Uma maravilha. Aliás, toda vez que vou assistir um filme desse homem, tenho a impressão que é o melhor filme que ele fez. Como ele deve fazer isso faz isso comigo faz quase vinte anos, dá pra falar que é um gênio.

Na falta do que falar, posto trechos de duas versões de Moisés e Arão,  ópera messiânca do Schoenberg. A primeira feita pela Ópera de Viena (casa do homem), a outra pelo casal genial Straub & Huillet. Acho que ela tem a ver com meu estado de espírito atual. O seu caráter é fragmentário, inacabado, de promessa que não se cumpre.me

Bem, chega de conversa fiada e divirtam-se:

Ópera estatal de Viena, regência por Daniele Gatti.Diretor: Reto Nickler (2006):

Jean-Marie Straub (1933) & Danièle Huillet (1936 – 2006): Moses und Aron (1975)

Atualização às 15h do dia 05: Dois sites legais sobre arte aqui e aqui.

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