No começo eram as trevas, por Rafael Campos Rocha

O MASP está com uma programação de música muito boa. No fim de semana fiz um intensivão e vi a Orquestra de Câmara  da USP (OCAM – USP) e a Camerata aberta. Ambos são grupos jovens. A orquestra traz músicos jovens a interpretar um repertório difícil. Foi bonito de ver. A Camerata aberta foi uma alegria. Não me lembro da última vez que via um grupo tão bom de música nova na cidade. O melhor, um grupo regular. O que me entusiasmou foi ver os músicos não executarem aquele repertório como um produto cultural, com todo o seu fardo histórico, de peça embalsamada, mas como algo vivo, que tem muito ainda para nos dizer.

Amanhã, toca a Orquestra de Câmara de Talim, da Estônia, às 21h. Eu vou. Acho que será bonito.

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