Gana!

Já leva o nome de um imperativo (ou seria presente do indicativo?) auspicioso em espanhol. Deu uma correria nos americanos hoje. Eu ia enrolar uns comentários, mas, como o Tiago aí embaixo, deixei pra lá. Só uma coisa: a (geo)política não acabou, o futebol não acabou. Semifinal Sul-Sul, Uruguai de Forlán, Suarez e Lugano e Gana de Asamoah e Kingston.

Essas coletâneas tocaram muito no Guaciara. Algumas das faixas de Ghana Sounds: Modern Highlife, Afro & Ghanian Blues 1968-1981 e Ghana Soundz: Afrobeat, Funk and Fusion in 70’s Ghana (Sound Way Records)

42 comentários sobre “Gana!

  1. E o jogo ainda foi ótimo, disputadíssimo e aponta pra uma novo mapa do futebol e pra uma Copa que dá mesmo conta do Mundo inteiro.

    Eu já tô na torcida por Gana nas quartas contra o Uruguai, por mais que seja entusiasta dos sul-americanos.

    A Copa do Mundo nos EUA foi um sucesso de audiência (http://www.portalctb.org.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=9664), chegando perto da audiência da NBA. Se os americanos não desanimarem, certamente vão ter um time competitivo nos próximos anos. Até o Obama parou a reunião do G8 pra ver o jogo (Bill Clinton e Mick Jagger tb estavam na charanga do pé frio, direto da África do Sul).

    Outra coisa que muitos comentaristas e blogueiros de futebol têm comentado é que o mau resultado da Itália pode mudar muito o mundo das negociações do futebol.

    Em 66, quando a squadra azzurra foi desclassificada pela Coréia do Norte ainda na primeira fase, a federação simplesmente proibiu a presença de jogadores estrangeiros por lá. A falta de estrangeiros deu resultados e o time italiano voltou a ser competitivo já na Copa seguinte (quando faturou o segundo lugar).

    Os clubes, no entanto, não ganharam nenhum título internacional no período, até que em 80, foram abertas as portas para jogadores não-italianos (até três por time). As contratações de Platini pelo Juventus e do Falcão pelo Roma são dessa época.

    Parece que essa conversa já rola na Itália. Se a Espanha perder pra Portugal e a Inglaterra para a Alemanha, não duvido que essa conversa volte com força. Espanhol, Italiano e inglês são os campeonatos com o menor número de jogadores nacionais nos times mais importantes.

    O campeão da Champions League, o Inter de Milão é um exemplo claro disso. Entre os títulares, não há nenhum italiano. Somando os reservas são só três os nascidos na Itália (http://blogdemarcelomachado.blogspot.com/2010/06/copa-do-mundo-escancara-os-problemas-do.html).

    Tais rearranjos mudariam muito a geopolítica e a economia do esporte.

    De qualquer forma, além de estar curtindo muito os jogos, eu tô achando a Copa fascinante pelo que ela aponta de novo no futebol. E agora tô torcendo pra semifinal Brasil e Gana.

  2. Falando sério, o comentário que me ocorreu é sobre a idéia de “futebol globalizado”. Óbvio que o futebol como big business, e o circuito internacional de clubes, investidores, jogadores e técnicos, existem. Mas daí a uma espécie de conversa decadentista, burhardtiana (desculpa) sobre uma espécie de perda da autenticidade – seja meio estético-cultural, seja política – é um pulo enorme, que só dá quem quer ver isso em vez de perceber que o futebol, como a história, muda.

    Como se valessem duas teses muito semelhantes: a do “mundo plano” e a da homogeneização simplificadora, desmitificada, do futebol.

    A Copa do Mundo ainda é um evento que revela as tensões da nossa época. Tudo que o Lauro disse acima é exemplo disso.

  3. a consequencia mais visivel do futebol globalizado é o empobrecimento dos clubes brasileiros, uruguaios e argentinos enquanto as confederaçoes se fortalecem cada vez mais. Times como Peñarol, Nacional,Santos, River,Boca eram grandes em escala mundial, hoje são sombras inexpresivas do passado. Já as confederaçoes que podem reunir os craques que jogam na Europa estão cada vez mais ricas. Por isto, a tendencia natural é se consolidar o que ocorreu nessa copa do mundo. Seleçoes sul-americanas fortes e européias decadentes. Os grandes clubes da Europa vivem de rapinar mao de obra talentosa e barata para seus elencos e nao formam novos valores. Duvido que a geopolítica do futebol mude. Os clubes europeus sao muito mais ricos e poderosos agora do que no passado. Quem vai mexer com Manchester, Real Madrid, Milan?eles querem mais é que a azurra e o english team se danem. Por outro lado, a CBF ainda vai faturar muita grana vendendo jogo pra ditadores mundo afora com os astros da champion’s league.
    Sexta feira é Celeste na cabeça. Vou torcer muito.

  4. Pois é Rodrigo. Eu fiquei com a impressão (não sei o que vc acha) que essa Copa mostrou que algumas seleções não mais a vêem como evento importante do calendário. Mais ou menos como as Olimpíadas, que hoje não são mais (acho que já não são há um bom tempo) o evento principal para os atletas: os mundiais (de ginástica olímpica, de vôlei, de atletismo etc etc) são muito mais importantes, mais relevantes e prestigiosos, contam mais na carreira, do que os Jogos. Talvez sejam mesmo dois circos decadentes. Certeza que os campeonatos nacionais na Europa e a Liga dos Campeões são mais lucrativos – rola todo ano, os times são rentáveis e por aí vai – e por isso mais importantes. É onde está o cascalho grande.

  5. Jay, o pior é que eu acho que entre os jogadores isto não rola. Na mitologia do futebol copa do mundo ainda supera em muito a liga dos campeòes. Passaporte pra imortalidade no futebol passa por brilhar numa copa do mundo. Vai pros livros de história, nao tem jeito. Olha como cada gol é comemorado. Acho que os jogadores da Itália, por exemplo cairam mas deram sangue. Os da Inglaterra também. Lucrativos os torneios de clubes são muito mais realmente, grana mesmo só pra FIFA numa copa do mundo mas é um torneio que mexe com o imaginário do torcedor, gera sentimentos de nacionalismo, de unificação cultural que os clubes cada vez mais multinacionais não conseguem suprir. E os clubes também precisam da Copa pra valorizar seus produtos. Acho que a copa ainda é um evento poderoso,mas a preocupacao dos grandes clubes em formar valores pras suas seleçoes nacionais é zero.

  6. Verdade. É a grande cerimônia de consagração, mesmo. Mas até esse papel passa pela construção (e reconstrução, pelos documentários, livros, reportagens etc) da imagem da Copa. E isso sempre está sujeito a altos e baixos. Acho apenas que é possível que essa importância se desloque. De mais a mais, Eusébio e Reinaldo nunca ganharam Copas do Mundo, mas seria um exagero dizer que não se tornaram em figuras míticas. Pelo menos nas suas tribos (e tribos vizinhas).

  7. Mas todos jogadores querem brilhar nas Copas, ainda é o campeonato com maior audiência do mundo. Além de garantir o nome na história, uma boa Copa do Mundo garante contratos milionários e participação nos grandes clubes internaconais.

    Reconhecimento mundial de verdade, só jogando em Copa do Mundo. Copa dos campeões não chega na maior parte do Brasil e nem da América Latina, não chega também com tanta força na África, talvez no Japão e Coréias da vida, mas a visibilidade da Copa ainda é de longe incomparável.

    Agora, o sucesso dessa Copa nos Estados Unidos acho que pode mudar sim o panorama internacional do futebol. O campeonato teve audiênca igual as finais da NBA, é muito significativo.

    Outra coisa, tão vendo Alemanha e Inglaterra. Com roubo e tudo os alemães tão fritando em campo, vai ser difícil segurar esse pessoal. Um toque de bola sinistro, Klose, Podolski, Müller, Ozil e Schweinsteiger fritando. É um timaço. Sem querer comparar, mas é um esquema de carrossel muito impressionante. Só toque de bola fino. E o Ozil dribla muito, joga pra caralho.

    Na Alemanha tem até um Mário Gomes, o velho cenourinha! RA! E o Mick Jagger é o pé frio da Copa tem de ser vetado na torcida brasileira, manda ele sentar com o Maradona.

  8. Claro. A Copa do Mundo é o único campeonato mundial (como diz o próprio nome). A única forma de construir uma reputação global é se destacando no meio global. Até aí, nem tem como discutir. E sempre pega fogo. É da hora. (Jogaço esse agora).

    E o Tony Jagger que fique longe da seleção.

  9. Jay, eu acho que tem mais a ver com brilhar do que ganhar. Eusébio brilhou na Copa de 66, Puskas em 54, Cruijff em 74. A Copa do Mundo entra na memória coletiva do torcedor. O Reinaldo é um claro exemplo de jogador que poderia ter um status muito maior do que tem hoje. O Zico também. São idolos de suas torcidas, mas a nível internacional o Ronaldo, por exemplo, é um nome muito mais poderoso.

  10. Lauro, a Alemanha jogou demais,mas todo mundo so vai lembrar desse jogo por causa do juiz ratão…

  11. Mas alguém lembra do jogo do Brasil e Costa do Marfim só por causa do juiz ladrão, sorrindo para Luiz Fabiano, o Brahmeiro?

  12. A questão que diferencia campeonatos continentais de Copa do Mundo é que se um sujeito vence uma Champion´s League, ele vira ídolo de uma torcida, mas se o sujeito se torna campeão do mundo, ele escreve o nome dele na história e vai ser lembrado por toda uma nação. A única maneira de um torcedor no Brasil torcer pra um jogador da equipe adversária é o mesmo estando na seleção, porque daí ele deixa de representar apenas uma parte e faz a festa de todo o páis. Um jogador brasileiro pode ser campeão e estourar na NBA, mas jamais será mais importante que Oscar se não mostrar resultados na seleção. Felizmente, é assim que funciona.

    ps- Viajando ao som de Fela Kuti, Beasts of no nation

  13. Numa nice, jogou muito. A melhor dupla de zagueiros do mundial disparado

  14. Lucio vem jogando muito bola há muito tempo, acho que talvez possa ser considerado o maior zagueiro de todos os tempos da Seleção. Jogou bem em 2002, apesar da falha contra a Inglaterra, foi o melhor na última Copa da Seleção e tem jogado muito bola em 2010. Boto fé.

  15. O Brasil teve o mérito de nao complicar hoje um jogo contra um adversário bem mais fraco. Vamos ser francos. O Brasil nao jogou contra ninguém ainda. Se passar pela Holanda na sexta, um time muito eficiente que nao perde há mais de 20 jogos e que so tomou um mísero gol nessa copa e de penalti,eu começo a ver o time do Dunga como potencial finalista. O outro finalista deve sair de Alemanha e Argentina.

  16. Mas é uma asa negra mesmo, um corneteiro. 🙂 Pôxa Rodrigo, o time jogou muito!

    A tão alardeada Espanha não venceu o Chile com facilidade. O brasil deu um baile. Foi um baile. Se mostrou o melhor time da copa taticamente falando e com uma qualidade de marcação mesmo dos atacantes (que marcaram muito bem no campo adversario). Ainda tivemos lances muito bonitos e um penâlti não foi marcado. Vitória é pra comemorar.

    Se o Brasil não jogou bem nesse jogo então a Alemanha não jogou bem contra a Austrália e nem a Argentina com o time amedrontado do México (sem o Blanco, diga-se de passagem). Simples assim. Querido camarada, esse papo de timinho na segunda fase do campeonato é conversa pra boi dormir

  17. Lauro, voce há de concordar comigo que até pelos jogadores que tem o Brasil sempre vai estar entre os 8 melhores do mundo. Jogou de forma muito convincente, mas o Chile não é exatamente uma Inglaterra,né? to comparando com outras copas apenas. Em 94 e 2002 o Brasil só tinha pegado times meia boca e ai deu uma demonstração de força nas quartas contra seleçoes poderosas, Holanda e Inglaterra, e foi campeão. Em 2006 caiu diante da França. Ninguém lembra hoje que o Brasil jogou muito bem nas oitavas contra Gana, lembram do jogo contra a França. Por isso,eu digo, Holanda é o make or break it.

  18. Eu acho que em Copa, torneio rápido, o time melhor é o time que está avançando. Lembro que todo mundo cornetou o grupo do Brasil em 2002, dizendo que era um grupo fácil. Não era. Do grupo do Brasil saiu o 1o e o 3o colocados da competição. Esqueça quem eram as seleções (Brasil e Turquia). Pense apenas: 1o e 3o. Numa competição com três dezenas de times. Isso é indicador da dificuldade, do tamanho da competitividade das equipes.

    Essa especulação – pegou um time fácil – acho que vale se a gente sobrevalorizar o lance do desempenho em longo, longuíssimo histórico, do time (o que dá para chamar tbm de “tradição”). O Chile não sai muito bonito nessa foto. Mas – além de ter se classificado em 2o em um dos grupos mais disputados da primeira fase, ficou em 2o nas elimintórias sul-americanas. E, convenhamos: “não é uma Inglaterra” é tipo falar que o Serra não é um Fernando Henrique. Esse timinho da Inglaterra, valei-me Deus. Você viu, né?

    Concordo com o seguinte: nas oitavas, ainda restam os coadjuvantes, que vão caindo fora. México, Chile, Eslováquia, Coréia do Sul, todos 2os colocados, dificilmente avançam. Mas o Brasil jogou bem. O Chile não ganhou mal. Nas palavras de Bielsa, que sabe alguma coisa de futebol, esse jogo mostrou que existe sim distância entre as grandes equipes e as demais. (Lembro do Cruyff, outro que sabia alguma coisa de bola, falando o mesmo do São Paulo num desses mundiais).

    Eu ontem fiquei focado no Brasil em campo. Vi pouco o Chile, que não pode jogar. Não tinha espaço, não tinha oportunidade, e o risco era grande demais. O Brasil foi incrivelmente eficiente.

    Só o Globo deu como manchete que o Brasil “melhorou mas não encantou”. Eu começo a não entender o que afinal se espera de uma partida de futebol. Mas tudo bem. Contra a Holanda vai ser um jogo duro.

  19. E, desde o fim da primeira fase, é tudo make it or brake it. É tudo final. Perdeu já era.

  20. O Brasil arrepiou, jogou muito. Gana e Estados Unidos são dois times sem tradição, mesmo assim, fizeram uma das partidas mais disputadas da Copa. Segunda fase é assim, só jogo bom. O Olé, que é o Olé, disse ontem: “O Brasil é sempre assim, vai mais ou menos na primeira fase, começa a jogar na segunda e só para quando quer”.
    Nas palavras deles: “Esto es Brasil. Históricamente es Brasil. Una selección que comienza a jugar los mundiales en octavos de final y que siempre los termina cuándo ellos mismos lo decidan. ”
    http://www.ole.com.ar/mundial/chile/Seguilo-Ole_0_288571236.html

    PS: Fora o baile e o penâlti anulado

  21. Tô com o Jay, o Brasil joga soberano. A lógica é esse time estar na final. Mas vejo a Holanda como adversário inédito pro time do Dunga. Perigoso e confiante. Jogou pro gasto até agora. Nesse tipo de jogo que há risco real de um Michel Bastos pôr tudo a perder. E se sentirá falta do Ramires. Vou curtir um Josué na vaga do F. Mela.

  22. Outra coisa, independente do resultado da Holanda, existe uma conversa entre o comentarismo esportivo que eu achop muito doida: “O Brasil ainda não atingiu seu potencial”.

    Qual é o potencial do Brasil? Ainda mais com o craque do time jogando com sérias limitações. Ontem eu assisti uma entrevista com o Dunga e ele falou uma coisa muito séria: “tudo que a gente fez pode ser apagado em um só jogo”.

    É verdade, do Brasil não se espera menos do que a final. Sempre é assim e se perder na final da Copa para um Zidane em auge da carreira, foi um desastre.

    Argentina, Gana, Uruguai, Holanda, Alemanha, todos comemoraram a classificação de maneira efusiva. Todos.

    O Brasil não, comemorou feito se tivesse jogado mais um jogo da primeira fase, como se cumprisse uma obrigação. E essa é a treta de se jogar pela seleção. Tem de ganhar tudo. O Brasil carrega essa mística de favorito mesmo com um time todo baqueado.

    Compare a situação física dos jogadores brasileiros com a Argentina ou a Alemanha, a porrada vem comendo solta contra o Brasil. Ou vc acha que a exaltação do time é só por que o Dunga é desequilibrado?

    Mesmo assim o Kaká é o líder de passes pro gol na frente do Müller e do Messi (que ainda não marcou).

    A Alemanha ficou sem o Klose e perdeu pro timeco da Sérvia e levou um calor de Gana. E olha que eu acho o Ozil um jogador muito acima da média. A vitóra sobre a Inglaterra mostrou isso. Queria ver um jogo da Argentina sem o Messi ou da Holanda sem o Van Bommel.

    A Holanda vai ser um jogo dificílimo. Se o Brasil ganhar é favoritíssimo na final (seja o adversário Uruguai ou Gana). Acho que tem tudo pra ser o melhor jogo da Copa (como foi em 94 e 1998).

    Agora, numa boa, pra retomar o tópico do Tiago, Lúcio, Juan e Júlio César são craques demais. Titulares absolutos em qualquer seleção do mundo. O Ramires ontem jogou muita bola e vai fazer falta contra a Holanda e se o Michel Bastos marca aquele gol no final do jogo, pelamor…

  23. so to tentando ser um pouco realista. Ontem o Brasil asfixou o Chile tamanho era o abismo técnico. O Chile tinha ganhado até ontem de Suiça e Honduras por 1×0. Não é que o Brasil tem que ganhar tudo, mas pelo menos tem que se destacar entre os gigantes pra ir além da obrigação. Se o Brasil cair contra a Holanda, ninguém vai te orgasmo no futuro lembrando como batemos Coreia do Norte, Costa do Marfim e Chile. Sexta deve ser jogo parelho, durissimo. Se ganhar, acho dificil o Brasil perder esse título.

  24. Vi mais do Luis Fabiano, do Lúcio, do Ozil, do Robben e até do Honda do que do badalado Messi. Tô louco pra esse cara me surpreender, e nada! Ah… Passes pra gol? Kaká baleado deu mais.

  25. E parabenizo o Capello por equilibrar durante uns 30 minutos o jogo contra a Alemanha, tendo um time medíocre de Lampard e mais 10 japas!

  26. Rodrigo, o time da Holanda é muito difícil, aliás, acho mais difícil que o da Alemanha, embora a última jogue mais bonito. Agora, eu achei o jogo do Brasil contra o Chile muito bom mesmo assim

  27. Kaká tá jogando muito…e Lucio e Juan periga ser a maior dupla de zaga do Brasil em todas as copas.

  28. Lauro,

    Eu vi o jogo. No final os holandeses também não comemoraram com entusiasmo. Parecia que eles fizeram pro gasto e estavam mais pensando no Brasil e se poupando. Se eles estão con soberba eu não sei, mas parece. É sabido que eles tem severas divisões internas (brancos x negros, PSV X AJX, etc…) e isso também pode pegar. Mas o Robben com aquela jogadinha majada que sempr acaba em Gol é um tremendo perigo, mesmo para o JC. O Giba, que foi revelado no Coelhão, é que marcará ele na intermediária e tem a obrigação de não deixar chutar. Jogou muito contra o Chile e tem experiêecia pra isso. Se for o Felipe Melo sei não, na segunda exadada já sai amarelo e depois vermelho…

    Elano fora da copa, vai fazer falta pelo que vinha jogando.

    O que acho uma pena é a Holanda sempre parar no Brasil. Tinha time pra ir para a final em 94 e 98, mas aparecemos no caminho deles.

    Finalizando, e a Celeste? Ninguém fala nada?Tão jogando com uma raça invejável, superando a técnica. Tem o Lugano e o Forlan. Eles podem segurar um jogo e o njogo ir parar numa disputa de penalidades. Vai ser uma enorme cagada, mas pode acontecer. Não esquecendo que existe o apito amigo africano também, lembram 2002 com a rica Coréia Capitalista?

    OBS: Messi está só um pouqinho melhor que o C. Ronaldo.

  29. Mick Jagger Biography – A Legend in Classic Rock

    01.16.10

    Mick Jagger is one of the most well-known and highly respected musicians in the world. He is a living legend whose career has spanned 5 decades and he, with the help of his Rolling Stones band members, have sold millions of albums worldwide.

    So when did it all start? When did Mick Jagger decide he would be part of one of the most popular bands in the history of the world?

    He was born in Dartford, Kent (England) in on July 26th, 1943. Amazingly, he met Keith Richards at the tender age of 4, lost touch, then became reacquainted on a train in 1960. Mick left the London School of Economics to become a rock musician. The Rolling Stones formed between 1960 and 1962. Mick Jagger played the harmonica and was on lead vocals, Keith Richards and Brian Jones on guitar, Charlie Watts played the drums, Bill Wyman on bass. Their style was a mix of blues and rock, combining the styles of Muddy Waters and Chuck Berry.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s