links de uma segunda braba

Bruce Nauman sem palavras
Bruce Nauman sorri

Sem muita pressa de postar algo mais substantivo, coloco aqui outros endereços com boas da internet. Um dos meus atletas favoritos fez bonito ontem. Alguns trechos já estão no You tube.

A discussão sobre o blog da Petrobras pega fogo aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. O site me deixou entusiasmado e acho que as equipes de reportagem têm uma questão nova para lidar. O resultado será bom. Não dá mais para ser preguiçoso. Acho que existe algo ludista em pensar a reação da empresa como um ataque à imprensa.  Hoje a noite, Sérgio Gabrielli, diretor da empresa, estará no estatal Roda Viva.

 Nas semana passada, li artigos muito bons na rede. Deixo-lhes alguns: Aqui, Maria da Conceição Tavares interpreta a crise financeira. Descobri o texto no ótimo blog do José Paulo Kupfer. Ao visitar outra biblioteca, encontrei um texto do Fredric Jameson que eu não conhecia, um debate com o Jacob Gorender (que sempre me ensinou sobre aspectos da URSS) e uma entrevista esquisita com o Domenico Losurdo sobre a China. No fim, vemos que o que ele critica no Lênin é uma qualidade do bolchevique.

Aproveito que a Bienal de Veneza está na ordem do dia e posto o VVork, um dos sites sobre arte contemporânea que mais visito, um artigo sobre a artista Renata Lucas (que participa da mostra) e comemoro o Leão de ouro à Bruce Nauman (um dos maiores criadores vivos).

Para quem não quiser ler nada, veja esses dois vídeos com o chapa Steve Swell tocando. É muito bonito:

11 comentários sobre “links de uma segunda braba

  1. Cabuloso o som do Steve Swell hein?

    Ainda sobre a Petrobras, seguem mais alguns links que eu acho que valem a pena serem lidos:

    http://tuliovianna.wordpress.com/2009/06/07/o-globo-quer-ter-monopolio-das-perguntas-e-respostas/

    http://www.interney.net/blogs/lll/2009/06/08/a_petrobras_entendeu_a_internet/

    http://acertodecontas.blog.br/atualidades/algumas-criticas-ao-blog-petrobras-fatos-e-dados/#more-32192

    Uma questão que eu acho que acabou passando ao largo dessa história é o pedido da confidencialidade. Nunca existe na imprensa essa presunção de que a informação é confidencial. Se ela for, vc pede o off (ou o sigilo do repórter) e é isso que eu acho que meus companheiros de profissão ainda não entenderam.

    A Petrobrás não tem obrigação nenhuma de presumir o que é ou não é confidencial. Se alguém vai e publica algum e-mail com questões que só dizem respeito à Petrobras,não há mal algum em coloca-las no ar.

    Nos e-ails jornalista algum pediu que a empresa não divulgasse a informação. Espero que isso obrigue à imprensa a ser mais cautelosa com as empresas e que isso estimule as grandes companhias a serem mais transparentes.

    Por que se por um lado isso bota a imprensa a nu e os interesses em obter informações. Por outro, obriga a Petrobras a se comunicar com qualquer que a procura-la com perguntas. Se isso acontecer, vai ser bom pra todo mundo.

    E só pra completar, segue um texto excelente (http://samurainoutono.wordpress.com/2009/05/29/rebuilding-the-simonal-ditabrand-ninguem-sabe-a-ditadura-o-que-dei/) sobre o documentário “Simonal – Ninguém sabe o duro que dei”, é a melhor análise que eu li sobre o Simonal. Muito, mas muito superior ao filme inclusive.

  2. Acostumados em fazer reféns para depois escreverem reportagens (não é assim desde Chatô?!), os jornalzões tiveram uma resposta, no mínimo, criativa e atrevida.
    Se a moda pega…

  3. Esses suecos com seus escritores fantásticos e seu cinema pornô de primeiríssima. Amo adoro esse país!

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